Convidado pela Inforpress a fazer um balanço a meio percurso da prestação de Cabo Verde nos jogos, Orlando Mascarenhas considerou que desde o início a motivação era “bem alta” na comitiva cabo-verdiana, mas que, “sinceramente”, não acreditava que Cabo Verde tivesse esse desempenho que tem demonstrado.

“Isso para nós é um grande orgulho e é sinal de que há muito trabalho feito e um grande esforço para que essa representação estivesse a essa altura”, concretizou o responsável, que agora vai esperar as competições que aí vêm na etapa final dos jogos tragam resultados “iguais ou superiores” em desempenho.

“As quatro modalidades que começam a competir a partir de hoje também estão bem representadas, e acredito que deve sair mais alguma medalha”, lançou, na esperança de que Cabo Verde termine a prova num patamar “ainda superior”.

Orlando Mascarenhas declarou ainda que Cabo Verde aumentou a fasquia dos jogos, com as condições que ofereceu às caravanas dos 43 países, mas que também na área logística tem sido “muito bom”, o transporte e deslocação dos atletas funciona “muito bem”, ou seja, precisou, “está ser uma boa competição”.

A 1ª edição dos Jogos Africanos de Praia entra hoje no quinto dia de competições, é realizada sob a égide da Associação de Comité Olímpicos Nacionais Africanos (ACNOA) e contemplam 11 modalidades ligadas ao mar, nomeadamente atletismo, basquetebol 3×3, andebol de praia, ténis de praia, futebol de praia, remo no mar, futebol freestyle, karaté kata, kitesurf, e natação em águas abertas.

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