A presidente da Comissão Organizadora dos Jogos Africanos de Praia (COJAP), embalada pela forma como recebeu elogios das diversas caravanas, considerou ser “a mulher mais feliz deste mundo”, por ter cumprido a missão que lhe foi dada e ter entregue a Cabo Verde o maior evento desportivo jamais realizado.

Filomena Fortes disse que com este “triunfo” Cabo Verde conseguiu mostrar ao mundo que o país consegue realizar eventos com qualidade e indicou os atletas como a razão de ser destes jogos, as “grandes estrelas” do evento.

Manifestou, por outro lado, satisfação ao Governo e à Associação dos Comités Olímpicos Nacionais Africanos (ACNOA) por ter colocado à disposição “todos os meios necessários” para que os jogos fossem “um sucesso”.

“Os Jogos Africanos de Praia ficarão na memória e no coração de todos os cabo-verdianos e africanos”, declarou Filomena Fortes, convicta de que Cabo Verde fez história ao mostrar a todo o mundo a sua capacidade de poder sediar e organizar grandes eventos desportivos internacionais, fruto de dois anos de “muita luta e de muito trabalho”.

A presidente da COJAP reconheceu que fazer os jogos em Cabo Verde foi um “grande desafio” concretizado “com sucesso”, razão pela qual disse que “hoje todos os cabo-verdianos são heróis”.

Na mesma linha sublinhou que o desporto brindou a ilha do Sal com momentos inesquecíveis e que o “povo cabo-verdiano tem a medalha de ouro por toda esta organização e sucesso”.

Por seu lado, o primeiro vice-presidente da ACNOA, Costa Alegre, considerou que os dias passados no Sal ficarão “indubitavelmente memoráveis e gravados na memória colectiva” de todos os participantes.

Agradeceu a Cabo Verde, atletas, voluntários, técnicos, comunicação social, parceiros e Governo por entender que os Jogos Africanos de Praia afiguram-se como uma celebração do desporto e da juventude africana através de competição “sã, real, imbuído no espírito de amizade”, e que transmite “valor e honestidade” e que todos viveram como uma família, sem origem ou etnia.

Costa Alegre afirmou que esta edição dos primeiros Jogos Africanos de Praia foi ao encontro dos ideais olímpicos que transmitem o valor da excelência de amizade e do espírito, porquanto o espírito de fraternidade foi presente em todos os momentos que foram testemunhados com respeito pelo direito do adversário.

Os I Jogos Africanos de Praia foram realizados sob a égide da Associação de Comité Olímpicos Nacionais Africanos (ACNOA) e contemplaram 11 modalidades ligadas ao mar, nomeadamente atletismo, basquetebol 3×3, andebol de praia, ténis de praia, futebol de praia, remo no mar, futebol freestyle, karaté kata, kitesurf, e natação em águas abertas.

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