De acordo com os promotores, à semelhança do ano passado, espera-se nesta festa de kite surf, momentos de manobras radicais “espectaculares”, em estilo livre, onde os kitesurfista vão demonstrar as suas habilidades em saltos e técnicas radicais.

Em nota de imprensa a que a Inforpress teve acesso, a Nautics Sports Events, organizadora do evento, revela que após “o sucesso” da primeira edição realizada em Fevereiro de 2018, não “persistem dúvidas” quanto à importância de se manter este evento na agenda de eventos internacionais a serem realizados no país.

“Neste ano, estamos extremamente felizes de poder anunciar a nossa parceria com a Green Studio que irá garantir o live streaming do evento, através do Green Sports (presente no ZAP) e nas redes sociais, a nível nacional. A Green Studio também está a desenvolver uma aplicação que nos ajudará a melhor comunicar os seguidores do evento sobre o programa e demais informações”, refere o documento.

O kitesurfer Djô da Silva que está à frente da organização do evento, considerou que Cabo Verde tem neste momento possui um know-how que lhe permitirá continuar a realizar “eventos de sucesso”, a esse nível.

“Que irão, de certo, garantir que o nosso país seja visto por milhões de espectadores e potenciais visitantes em todo o seu esplendor e contribuir para a consolidação do Sal como um destino seguro e privilegiado para acolhimento de campeonatos internacionais”, prognosticou.

A edição de 2018 foi transmitida em mais de 70 países com uma visualização acima de 9 milhões de espectadores.

Nos últimos 18 anos, Cabo Verde, mais concretamente as ilhas do Sal e Boa Vista, adquiriram importância como destino turístico para a prática de desportos náuticos relacionados com o vento e as ondas do mar.

Cabo Verde tem sido palco de campeonatos do mundo de Wind Surf e Kitesurf, disciplinas em que o país tem conquistado também títulos de campeão do mundo.

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