O atleta, que disse ter o “sentimento de dever cumprido”,  tentou ainda esta manhã conquistar uma quarta medalha, mas ficou pelo caminho na final dos 200 metros livres, ao “ressentir-se de uma lesão”.

“A prova final dos 200 metros barreiras que aconteceu hoje, infelizmente não pude completá-la, pois a lesão não permitiu que ultrapassasse os 100 metros na pista. Agradeço profundamente a todos os cabo-verdianos, amigos e familiares que acompanharam desde o início esta minha vinda à Austrália, que manifestaram o total apoio e que vibraram a cada participação”, afirmou o atleta crioulo.

No cômputo geral, Gracelino Barbosa disse que “foram quatro dias intensos desde o desembarque em Brisbane, da adaptação ao fuso horário à reposição das energias e sono perdido, 34 horas em viagens, oito provas realizadas, quatro disciplinas disputadas, três medalhas conquistadas, sendo duas medalhas de bronze nos 110 metros barreiras e 400 metros livres e uma medalha de ouro nos 400 metros barreiras.

“Agradecimento especial à Caixa Económica de Cabo Verde, o patrocinador exclusivo deste meu percurso nos últimos anos. Não seria possível esses feitos sem o engajamento desta nobre instituição. O sentimento é de dever cumprido, pois, levo comigo três medalhas, revalidando o título de campeão do mundo nos 400 metros barreiras”, realçou Barbosa.

O recordista mundial dos 400 metros barreiras gaba-se de ter representado Cabo Verde no Mundial “com muito orgulho e de ter elevado o bom nome de Cabo Verde para o mundo”.

“Gratu pamodi mi é fidju di tera i fidju di kriolu” (Grato porque sou filho da minha terra e filho de crioulo), finalizou o bicampeão do mundo dos 400 metros barreiras.

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