Esta constatação foi revelada à Inforpress pelo presidente da Confederação Africana de Andebol, Aremou Mansourou, no final da visita de cortesia da Comissão Executiva desta organização ao ministro do Desporto, Fernando Elísio Freire, que aproveitou a oportunidade para felicitar as autoridades cabo-verdianas por mais este regresso “da juventude africana à cidade da Praia”.

Aremou Mansourou aplaudiu, igualmente, o comité de organização, assim como a Federação Cabo-verdiana de Andebol, alegando que a prova tem sido “uma bela descoberta para todo o mundo”, com o argumento que esta competição africana tem estado a ser disputada num ambiente muito agradável e que tem estado a confirmar o nível alto do andebol africano.

Considerou o responsável máximo pelo organismo que superintende o andebol africano que esta ocasião transmite a felicitação da família do andebol africano, e deixou claro que não obstante a superioridade demonstrada no campo competitivo pelas equipas visitantes em relação às anfitriãs, Cabo Verde tem estado a demonstrar grandes recursos para o desenvolvimento da modalidade.

Disse que esta prova permite a Cabo Verde preparar-se a todos os níveis para acolher da melhor forma o Campeonato Africano das Nações, que vai ser realizado em 2024, sublinhando que o arquipélago se encontra no bom caminho para garantir sucessos.

Enquanto anfitrião, o ministro do Desporto considerou “uma grande honra” para Cabo Verde organizar a prova dos Clubes Campeões Africanos, tanto em masculino como em feminino, numa altura que já trabalha para boa organização do Campeonato Africano das Nações em 2024.

Para Fernando Elísio Freire, isto demonstra que “Cabo Verde está no caminho certo para ser uma grande plataforma na organização de eventos desportivos”, realçando que nos últimos anos o executivo tem feito um conjunto de medidas para “estrategicamente” conseguir estes sucessos.

Enumerou a alteração da legislação com a introdução dos eventos desportivos e do turismo na Lei de Base do Desporto, bem como a alteração de um conjunto de leis relacionados com Escolas de Iniciação Desportiva, Regime das selecções Nacionais e a apresentação do país ao mundo com a criação da Organização Nacional Antidopagem (ONAD-CV).

O Governante disse que se associar as provas internacionais que o país tem vindo a acolher ao andebol conclui-se que Cabo Verde está efectivamente a dar passos seguros, alertando, entretanto, as federações, no sentido de preparar as equipas para um “desempenho desportivo bom”.

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