No seu comunicado de imprensa, o presidente da Federação Cabo-verdiana de Boxe, disse que a “federação lamenta a postura do atleta em causa”, alegando que o mesmo tem sido “estimulado por pessoas que dizem ser amigos” do mesmo, e que têm tentado denegrir a imagem desta entidade e de sujeitos que se têm esforçado para o desenvolvimento da modalidade”.

Nesta missiva, Flávio Furtado manifestou o seu total apoio e confiança na equipa que está neste momento a participar no referido torneio de acesso aos Jogos Olímpicos Tóquio’2020, ao mesmo tempo que fez questão de esclarecer que em Cabo Verde o “desporto de combate é ínfimo” ainda que os seus dirigentes “tudo têm feito” para o seu desenvolvimento.

Para a direcção da Federação, não cola a versão apresenta pelo atleta Sifonelo Borges, por sinal campeão nacional nos 81 quilogramas, para quem, o “ódio ou inveja”, esteve na origem da sua não inclusão na selecção nacional depois de feito parte da pré-selecção.

A selecção cabo-verdiana de boxe, recorde-se encontra-se em Dakar (Senegal) a disputar o torneio Olímpico de qualificação para Tóquio’2020, com os pugilistas David Pina de 52 kg, Wilson Semedo 57 kg, Nancy Moreira feminino 69 kg e Davilson Morais +91.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.