Em entrevista à Inforpress, Aylin Pires pediu mais aposta no basquetebol feminino para que todos juntos possam construir um melhor caminho.

“Neste momento em Cabo Verde o basquetebol feminino está no seu auge, houve jogos da CPLP com as miúdas de sub-16, e Afrobasket nos sub 18”, disse Aylin Pires, ajuntando que ainda na semana passada houve um “Clinic” de basket feminino na presença do seleccionador da equipa sénior feminino, isto já sabendo que este ano haverá o Afrobasket em seniores femininos.

Falando da sua experiência na modalidade, Aylin Pires, 29 anos, que se diz “uma amante do desporto”, explicou que sua paixão pelo basquetebol surgiu desde os 9 anos de idade.

“Foi a minha tia que me incentivou para ir jogar. Segundo ela, para eu poder crescer”, ajuntou esta desportista quem antes chegou a praticar andebol, karaté e futebol.

A carreira de Aylin Pires, atleta da selecção nacional, começou na equipa do ABC, na Praia, onde jogou desde os 9 até os 18 anos de idade. “Depois joguei um ano na equipa La Caja de Gran Canárias, seguindo o Amibasket, agora jogo na ASR Lady Rebels”, contou.

Quanto a carreira de treinadora, Aylin Pires diz que escolheu seguir este caminho porque gosta de ensinar o “pouco” que sabe. “Penso que as miúdas precisam de uma referência para poderem seguir o mesmo caminho e não deixar o nosso basket feminino morrer”, prosseguiu.

Em Agosto do ano passado, Aylin Pires esteve no comando técnico da selecção feminina de Cabo Verde de basquetebol em sub-18 que, em Maputo, Moçambique, participou no Afrobasket da categoria. Uma experiência que esta jovem chama de “incrível e inesquecível” levar a primeira equipa de formação para aquela competição.

Para já, esta amante do desporto pretende continuar a ajudar a todos que praticam o basquetebol, continuar a aprender para poder ensinar e um dia, talvez, poder abrir a sua própria escola da modalidade e também sair do país para treinar alguma equipa.

GSF/CP

Inforpress/Fim

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