Nelson Martins fez essa afirmação após os jogos das finais da liga dos campeões africanos de clubes, que consagrou as equipas de Zamalek dos Egipto (masculinos) e 1º de Agosto (Angola) como campeões.

“De certeza o método do jogo e do treino vai mudar, bem como a captação dos atletas”, projectou Nelson Martins, apontando ainda as mudanças em termos de infra-estruturas como outro legado deixado pela organização desta competição da Federação Internacional de Andebol.

O Zamalek revalidou o título ao vencer o Sporting de Alexandra por 33-31 (ambas egípcias), numa partida em que se manteve a incógnita até o último minuto.

Já em femininos, no duelo também entre angolanas, o jogo foi muito renhido, mas o 1º de Agosto venceu o Petro de Luanda por uma diferença de duas bolas, 18-16, e conseguiu o seu sexto título consecutivo.

O torneio contou com a participação de 19 equipas, dez masculinas e nove femininas, e foi disputado no Pavilhão Desportivo Vavá Duarte e no polivalente do Bairro Craveiro Lopes, na cidade da Praia.

As equipas do Atlético, masculina e feminina, de São Vicente, participaram como campeãs de Cabo Verde, enquanto o Desportivo da Praia (masculino) na qualidade de vice-campeão nacional de Cabo Verde.

Cabo Verde foi escolhido em 2018 para acolher este 41º Campeonato Africano de Clubes Campeões de Andebol, depois de uma visita do vice-presidente da CAHB, que concluiu positivamente sobre as condições do país para acolher o evento.

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