Uma decisão tomada pelo líder do partido após esta quinta-feira Augusto Neves ter negado a falência da autarquia, e de o ter chamado de “caloteiro” e “ditador”.

“É com imensa tristeza que ouvimos o que disse o presidente Augusto Neves. Entendemos que as pessoas devem ter nível, que não podem rebaixar-se de tal forma que criem um certo repúdio e repugnância em quem as escuta“, lamentou António Monteiro, em conferência de imprensa hoje, prometendo resolver essa “baixaria” no “espaço próprio, ou seja, no tribunal.

Segundo a mesma fonte, o facto de se estar em pré-campanha “nem tudo vale”.

O líder da UCID reafirma que a Câmara de São Vicente deve mais de 40 mil contos ao Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), além de dívidas junto a Electra e a CV Telecom, que, ajuntou, recusam fornecer os dados aos deputados da UCID.

António Monteiro relembrou que está dentro da lei que os deputados possam obter dados sobre instituições públicas, como a Câmara Municipal de São Vicente, que não é “casa da Joana ou da Maria ”.

Por isso, desafiou tanto à câmara, como as outras instituições, a desmentir as dívidas denunciadas pelo partido.

LN /JMV

Inforpress/Fim

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