Hoje, à Inforpress, Benvindo Miranda explicou que cada comissão de serviço à frente do comando militar compreende três anos de mandato, podendo-se ou não continuar na liderança, após o cumprimento desse período, isso dependendo de cada situação ou motivo.

No seu caso concreto, esclareceu que já era momento de sua sucessão, e uma vez ter já atingido 32 anos de carreira militar, manifestou vontade de sair, “ir para a reserva, fazer outras coisas”.

Questionado como deixa o comando, disse que com o “sentimento do dever cumprido”.

“Acho que o Comando da 2ª Região Militar ganhou bastante na nossa liderança. Com o apoio superior, aumentamos a qualidade de vida do pessoal, criamos melhores condições a nível de alimentação, higiene, habitação, bem-estar (…). Entendemos que houve melhorias e que o pessoal está satisfeito”, assegurou.

Todavia, segundo Benvindo Miranda, os desafios são ainda maiores, face ao crescimento da instituição, a nível de operacionalidade e aumento do número de efectivos, de modo a se cumprir a missão a que ao comando é incumbido.

O militar, que é natural de Santiago, pretende manter a sua residência no Sal e levar uma vida “suave assim como gosto”.

“Praticar desporto, ir à pesca, à praia de mar (…) em busca de uma melhor qualidade de vida”, exteriorizou.

Ao novo comandante, major João Alípio Monteiro, Benvindo Miranda deseja “muitos sucessos” na sua liderança e que tenha “melhor sorte” no sentido de implementação de “mais e melhores” meios.

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