A actividade piscatória vai estar inactiva nos próximos oito dias na zona piscatória de Ribeira da Barca, Santa Catarina, interior de Santiago, devido à subida do nível do mar disse José Rui de Oliveira, presidente da APPRB.

Em declarações à Inforpress, o presidente da Associação dos Pescadores e Peixeira de Ribeira da Barca (APPRB), José Rui de Oliveira, admite que a subida do nível do mar e com forte rajada de vento vinda do mar está a preocupar a população.

José Rui de Oliveira, que é também presidente da Cooperativa dos Pescadores e Peixeiras de Santiago Norte, explicou que apesar de o nível do mar continuar a subir e a preocupar a comunidade, existe o regozijo com construção do muro de protecção recentemente finalizada na zona de Lém Rocha, o qual “tem sofrido com as ondas” nos últimos tempos, mas que de momento “diminuiu um pouco” a preocupação.

Até a segunda ordem vão fazer um trabalho de sensibilizações juntos dos pescadores no sentido de não se fazerem ao mar, revelou.

Disse ainda que de momento não dispõe de informações sobre a situação do nível do mar em Tarrafal, Rincão (Santa Catarina), Santa Cruz e São Miguel.

Em Ribeira da Barca, avança que já houve melhorias nas condições atmosférica, a cheia já abrandou, salientando que a comunidade está “bem informada” sobre o furação “Fred” e que não aconteceu “nenhum desastre”.

“Algumas casas com a chuva, pioraram as condições de habitabilidade, devido às infiltrações, houve queda de m tecto, mas vamos fazer um projecto de reabilitação e junto dos parceiros vamos tentar resolver essa situação”, sublinhou.

Inforpress