Ricardo Abreu diz ter vislumbrado esta vontade, após auscultar as promessas do primeiro-ministro e o projecto de evolução apresentado pelo vice-presidente da Loftleider Icelandic, após a assinatura do contracto de privatização da Transportadora Aérea Cabo-verdiana (TACV) entre o Governo e o parceiro estratégico Loftleidir Cabo Verde.

“É uma nova fase para a nossa classe que quer trabalhar no país. Antigamente, tínhamos mais pilotos a trabalhar fora ou no desemprego, mas com estas promessas tudo vai mudar”, disse.

De momento, avançou que existem 40 pilotos no activo, mas admitiu que com a perspectiva do aumento de aviões o país vai precisar de muitos mais.

Neste âmbito, considera importante haver possibilidades de formação de mais pilotos nacionais.

No caso dos pilotos, informou que nenhum pediu reforma antecipada e que todos estão a trabalhar no Sal e prontos para “novos voos”.

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