Esta consideração foi feita pelo secretário-geral do PP, Juvenal Furtado, após a habitual reunião quinzenal que o partido realiza.

Conforme explicou, a gestão dos terrenos na capital configura-se como uma “autêntica negociata”, denunciando que a edilidade já fez um acordo com uma empresa portuguesa, para venda de terrenos nos arredores do bairro de Fonton, de 25 mil metros quadrados.

“Essa empresa fará a urbanização dessa zona, depois vender a área e o resultado da venda é repartido entre essa empresa e a CMP”, assegurou.

Segundo disse, o edil Óscar Santos havia prometido quatro mil lotes por ano para jovens, mas que este anúncio ficou somente na promessa.

Outra crítica centrou-se na gestão das praças, sobre a qual o partido referiu haver falta de sensibilidade da autarquia, que as tem privatizadas, deixando os munícipes sem lugares de lazer.

“O último negócio foi a venda da Praça Nova Apostólica, na qual garantem que não venderam, mas sabemos que não é verdade”, observou.

Por outro lado, ajuntou, a venda de grande parte da orla marítima na capital, “pondo de lado os interesses dos munícipes em segundo plano”.

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