“Aumentar significativamente a resiliência a choques externos e alterações climáticas, e assegurar boas conectividades são os dois principais desafios do país”, disse Ulisses Correia e Silva na sua intervenção, que marcou o final da sessão de abertura da conferência, já depois das intervenções iniciais do presidente da administração da Lusa, Nicolau Santos, e do presidente do Banco Comercial Atlântico, Francisco Machado Costa.

“A nossa política ambiental está orientada para o aumento da resiliência e adaptação a fenómenos associados à disponibilidade de recursos hídricos, segurança energética e processo de diversificação”, apontou o governante, elencando depois algumas das reformas em curso no país.

A conectividade do arquipélago é o outro dos dois principais desafios, apontou: “A facilidade de mobilidade de pessoas, bens e serviços, e a liberalização da economia são fundamentais para resolver os problemas dos pequenos estados insulares”, disse.

O desenvolvimento sustentado, continuou, só será atingido se o país mantiver a sua identidade.

“Não queremos inventar um novo país, Cabo Verde é uma nação com cinco séculos e meio de história, temos de valorizar o que somos, e não queremos apenas o nível de rendimento médio, almejamos mais”, disse Correia e Silva, destacando “os recursos intangíveis, a localização, a estabilidade, a segurança, a boa governação e a qualidade dos recursos humanos são os ativos que permitem impulsionar Cabo Verde”.

MBA/RIPE //PJA

Lusa/Fim

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