Em comunicado, a PJ faz saber que deteve o visado através da Secção Central de Investigação de Crimes Económicos e Financeiros (SCICEF), em cumprimento de um mandado do Ministério Público.

A PJ faz saber ainda que o indivíduo, à data dos factos desempenhava funções de director financeiro do Banco da Cultura (BC), é suspeito de conjuntamente com mais dois funcionários (então PCA e secretária) terem “arquitectado um plano” para, através de “artifícios fraudulentos, se apropriarem ilegitimamente de dinheiro público, por via de financiamento de projectos fictícios”.

Os factos terão ocorrido, segundo a mesma fonte, entre Setembro e Outubro de 2016. O detido foi presente na tarde desta terça-feira, ao Tribunal da Comarca da Praia, para efeito do primeiro interrogatório judicial de arguido detido e aplicação de medidas de coacção pessoal.

A PJ recorda ainda que o então presidente do conselho de administração (PCA) e secretária do Fundo Autónomo de Apoio à Cultura foram detidos pela Polícia Judiciária a 04 de Janeiro de 2018, suspeitos da prática de crimes de Infidelidade, falsificação de documentos e peculato.

Presentes a tribunal, o juiz decidiu pela interdição de saída do país do então PCA, que teve também que entregar uma caução de 500 mil escudos. O ex-gestor ficou, igualmente, com termo de identidade e residência (TIR).

Em relação à ex-funcionária da instituição, foram aplicadas as medidas de interdição de saída do país e TIR.

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