Cristina Andrade, que falava à imprensa à margem da conferência sobre a Redução de Riscos e Minimização de Danos, promovida pela Comissão de Coordenação do Álcool e outras Drogas (CCAD), alusiva ao Dia Mundial contra a Droga que se celebra hoje, explicou que essas substâncias pertencem à mesma família da heroína e também estão a ser consumidas na sub-região.

“Nós temos o tramadol e o fenatil que são drogas da mesma família que a heroína, ou seja, conhecidos por opiáceos que são drogas depressivas e que estão a ser consumidas a nível da África ocidental”, afirmou Cristina Andrade.

Por causa disso, a representante da ONUDC defendeu a necessidade de se trabalhar   de forma a ter mais controlo e investir na prevenção. Isto porque, sustentou, trabalhando “o vazio das pessoas, a relação dentro das famílias, possibilitando mais diálogo entre as famílias e os filhos e nas escolas” se pode ter “mais eficácia na prevenção e tratamento” das dependências.

“Vamos investir na prevenção e tratamento, aumentar o acesso nas comunidades onde as pessoas vivem no sentido de dar respostas e de facilitar o acesso ao tratamento”, acrescentou.

Desta forma Cristina Andrade afiançou que a conferência sobre “Redução de Riscos e Minimização de Danos”, vai ao encontro dos objectivos de prevenir e reduzir as consequências adversas na saúde e as consequências sociais do uso abusivo de drogas e ainda ter estratégias eficazes que permitam mitigar os problemas associados ao consumo de substancias psicoactivas.

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