Instada a reagir pela Inforpress, a governante adiantou que este é um assunto pouco relevante e esclareceu que as provas nacionais de Língua Portuguesa e Matemática aplicadas aos alunos do 12º ano de escolaridade não continham erros.

Erros sim, foram detectados na grelha de correção, que foi imediatamente corrigida, e não teve nenhum efeito conforme garantiu.

Maritza Rosabal afirmou que classificar um “erro processual” como um “escândalo nacional” é um jogo político que não faz sentido.

“Eu não tenho adjectivo para qualificar. É um jogo político que realmente não faz sentido e que acho que só desassossega as pessoas, e que é nocivo para o país. Às vezes temos de ter sentido do que é o país e do que é a seriedade e a ética profissional”, disse a ministra.

“O que leva esta filiação política a ir ao Parlamento levar um processo puramente administrativo que já tinha sido resolvido”, questionou adiantando que o mais grave é que o assunto foi levado por um deputado que é docente e que sabe muito bem como é que as coisas se processam.

Durante a declaração política o deputado José Sanches realçou tratar-se de mais um escândalo a nível nacional que afecta o sistema educativo nacional, situação, na sua perspectiva o “Governo quer normalizar e fingir que não entendeu”.

Segundo ele, a responsabilidade é do Governo e do Ministério da Educação que permitiu que a sua equipa nacional enviasse provas e grelhas de correcção com erros. Por isso, pediu que o grupo parlamentar do (MpD-poder) tome uma posição crítica sobre esta questão e que os culpados sejam responsabilizados.

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