Uma situação que serviu de argumento para o Presidente da Republica, José Mário Vaz, recusar, até agora, formar o Governo, a partir do resultado das eleições do passado mês de Março ganhas pelo PAIGC,

As exigências do MADEM-G15 e do PRS foram feitas ontem, depois da Comissão Permanente do Parlamento ter convocado a segunda sessão ordinária da 10a. legislatura para de 11 de Junho a 22 de Julho.

Uma agenda, durante a qual, o seu presidente, Cipriano Cassamá, espera que os deputados do MADEM-G15 e do PRS, estejam presentes para dar continuidade aos trabalhos.

Entretanto, as duas formações políticas, que reclamam o cargo de primeiro secretário da Mesa do Parlamento para o PRS e o posto do segundo vice-presidente, por parte do Braima Camará, líder do MADEM-G15, que viu o seu nome chumbado pela maioria de votos dos deputados, afirmam que não vão comparecer na referida sessão.

Os dois partidos não reconhecem a actual mesa do Parlamento.

“Não vamos participar em nenhuma sessão plenária da Assembleia Nacional Popular, enquanto a mesa do Parlamento não for constituída, de acordo com o regimento e a Constituição da República da Guiné-Bissau”, assegurou Djibril Baldé, do MADEM-G15.

Quanto ao cargo de primeiro vice-presidente, ocupado por Nuno Gomes Nabian, do APU-PDGB, mercê do acordo de incidência parlamentar com o PAIGC, partido vencedor das eleições, o porta-voz do PRS, Victor Pereira, assegurou que as duas formações políticas não vão abdicar-se dos seus direitos à luz dos valores da República e da democracia:

“À luz da lei, dos valores da República e da democracia, MADEM e o PRS, não abdicarão dos seus direitos”, garantiu Pereira..

A manifestação realiza-se em frente à sede do Parlamento.

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