“Só em termos de investimento desde a criação do Fórum [Macau], o volume de investimento chinês nestes oito países terá aumentado mais de cem vezes”, indicou o responsável, à margem da inauguração da Feira Internacional de Macau (MIF) e da Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (PLPEX).

“No fundo, criámos condições para o encontro entre estes países e os empresários”, destacou, definindo a atuação do Fórum de Cooperação Económica e Comercial entre a China e os países de Língua Portuguesa (conhecido como Fórum Macau).

Esta entidade tem um secretariado permanente, reúne-se a nível ministerial a cada três anos e integra, além da secretária-geral e de três secretários-gerais adjuntos, oito delegados das nações lusófonas (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste).

“Nos primeiros 15 anos, os países tinham uma presença não permanente no Fórum. Neste momento temos oito representantes, sete permanentes (…) e exclusivos no Fórum Macau e o Brasil, com a sua dimensão imensa, desde o ano passado tem como delegado o cônsul do Brasil em Hong e Macau”, acrescentou.

“Portanto, a presença e o nível de representação é, de facto, muito superior e esse é um aspeto que só nos pode alegrar porque conduzirá a mais e melhores negócios”, sustentou Rodrigo Brum.

“Ou seja, não é por acaso que a representação dos países e empresas tem vindo a alargar-se, nomeadamente na PLPEX”, concluiu.

A MIF e a PLPEX promovem até sábado os países lusófonos.

Cabo Verde é o país parceiro do evento, organizado pelo Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau, com o apoio de entidades económicas e comerciais de Macau, do interior da China e de Hong Kong.

A 24.ª MIF e a PLPEX deste ano vão custar no total cerca de 41,9 milhões de patacas (cerca de 4,71 milhões de euros) e ocupar uma área de aproximadamente 24 mil metros quadrados, com 1.500 stands e pavilhões temáticos.

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