Jorge Santos fez essas considerações depois de ser questionado pelos jornalistas sobre a Índice da Democracia elaborado pelo The Economist Intelligence Unit, que mantém o arquipélago como o país lusófono mais bem colocado no índice da Democracia em 2018, divulgado na última quarta-feira, 09.

“São indicadores normalmente avaliados a nível internacional, e é motivo de orgulho, por um lado, mas, por outro, acarreta responsabilidades e mais exigências em termos da consolidação e do desenvolvimento humano a nível nacional, onde destacaria a questão da participação das pessoas na questão da paz e tranquilidade, em tudo aquilo que sejam políticas públicas e participação da sociedade civil na actividade nacional”, frisou.

O presidente da Assembleia Nacional, que falava à margem da VIII Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (AP-CPLP), que acontece na Cidade da Praia, de 10 a 11 deste mês, reconheceu que existe ainda um conjunto de elementos que devem ser levados em conta e requer uma maior responsabilidade e a participação da sociedade civil.

De acordo com os dados do Índice da Democracia elaborado pelo The Economist Intelligence Unit, Cabo Verde caiu três lugares no índice da democracia, mas continua a ser o país lusófono mais bem posicionado, ocupando a 26ª posição.

O documento indica que Cabo Verde caiu três lugares na lista relativamente a avaliação anterior, na qual ocupava a posição 23 e está à frente de Portugal, que está no 27º lugar, de Timor-Leste, na 42ª e do Brasil, que está na 50ª, todos classificados como “democracias com falhas”.

Publicado anualmente, o Índice da Democracia, do Economist Intelligence Unit, avalia a prestação dos países em cinco indicadores principais: o processo eleitoral e pluralismo, funcionamento do governo, participação política, cultura política e liberdades civis.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.