Em breves declarações aos jornalistas, Guterres lembrou que “sempre houve ciclones, mas nunca foram tão fortes, tão frequentes, tão intensos e com tantas devastadoras consequências” e, por isso, defendeu a necessidade “de ouvir o que a comunidade científica nos diz, de que não podemos permitir um aumento da temperatura superior a 1,5 grau até ao fim do século”.

O secretário-geral apelou ao cumprimento da “neutralidade do carbono, ou seja, que as emissões sejam compensadas ao grau zero pelas florestas e outros medidas até 2050”.

António Guterres está na Beira, a cidade mais afectada pela passagem do ciclone Idai em Março e tem visitado estrutura e falado com as populações.

No final da visita, o secretário-geral falará à imprensa, devendo na altura voltar a fazer um apelo à comunidade internacional para que envie urgentemente as doações prometidas para Moçambique.

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