Para o porta-voz do grupo parlamento do MpD, João Gomes, esta notícia “é boa para todos os cabo-verdianos” já que esta evolução, disse, resultou do “maior contributo” das despesas do consumo privado e das exportações.

“Os adversários políticos do Governo e do MpD não terão gostado muito desta noticia e apressaram-se a tentar desvalorizá-la a todo o custo” afirmou o vice-presidente do grupo parlamentar do MpD, em declaração política que marcou o inicio dos trabalhos do ano parlamentar.

Acusou, ainda, os deputados do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, oposição) de pôr em causa o trabalho de “instituições nacionais idóneas”, neste caso o Instituto Nacional de Estatística (INE), mas, reiterou, que “o povo está habituado”.

De acordo com o MpD, Cabo Verde está num “bom momento”, com a economia a crescer de “forma sustentável”, ou seja, “cerca de seis vezes do que crescia no período 2012/2015”.

Segundo João Gomes, as perspectivas do crescimento da economia nacional são “francamente boas” e vai se ultrapassar os 6 por cento  (%).

“Três anos consecutivos de seca e maus anos agrícolas, que geraram situações de dificuldades acrescidas à nossa população, especialmente a nossa gente que vive e labuta no campo não impediram o Governo de fazer crescer a economia nacional a valores consideráveis que outros em anos de chuvas abundantes não aproximaram sequer”, precisou o deputado.

O grupo parlamentar do MpD afirnou ainda que com a actual governação “15.428 jovens tiveram acesso à formação profissional”.

“Mais importante ainda é o facto de que ano a ano viram melhorando a performance”, sublinhou o porta-voz do grupo parlamentar do MpD, acrescentando que 5.068 jovens foram abrangidos pela formação profissional.

“A massificação dos estágios profissionais ganha efectividade enquanto medida de reforço da empregabilidade, sendo que 60% dos estágios profissionais se transformaram em emprego”, assegurou a mesma fonte.

Entretanto os partidos da oposição, PAICV e União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UICD), contestaram os números avançados pelo MpD e Governo, alegando que os mesmos “não se reflectem na melhoria das condições de vida” dos cabo-verdianos.

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