A responsável explicou que esta acção de formação se enquadra, basicamente, num dos pilares de reposicionamento da agência, que é, sublinhou, a capacitação do seu staff.

“Estamos muito felizes e com uma expectativa muito grande com relação à esta formação”, frisou.

“Nós tivemos essa preocupação, logo à primeira hora, porque entendemos que, primeiro, para se reposicionar e se reestruturar, temos que apostar na melhoria contínua das competências e das habilidades no nosso staff”, prosseguiu Jacqueline Furtado, para quem a agência precisa estar à altura de acompanhar as novas mudanças e dinâmicas que se está a registar todos os dias na conjuntura mediática.

A gestora única aproveitou ainda para relembrar que esta é a primeira de um protocolo que prevê sete formações, sendo três no ano de 2019 e quatro em 2020, sobre os “mais diversos temas”, nomeadamente multimédia que é, segundo disse, “um tema muito caro” para a Inforpress neste momento, jornalismo de investigação, agenda, área comercial e todas as áreas da agência.

Jacqueline Furtado destacou, igualmente, a parceria existente entre a Inforpress e a Lusa, que “transcende todos os aspectos protocolares”, assumindo-se como “uma relação de amizade”.

“A Lusa esteve envolvida na criação da agência e há 30 anos que vem suportando a Inforpress nos diversos domínios”, acrescentou a gestora da agência cabo-verdiana, destacando que “graças à Lusa foi possível a materialização desta formação”, sem deixar de referir “dois outros grandes actores” que possibilitaram o evento: O Instituto Camões e a Direcção-Geral da Comunicação Social.

Tendo em conta que algumas dessas acções de formação serão abertas a outros órgãos de comunicação social cabo-verdiana, Jacqueline Furtado defendeu que a Inforpress também tem esse papel.

“Nós como fonte temos, de facto, essa função de não só apostar na capacitação do nosso staff, mas de possibilitar essa oportunidade para os demais órgãos de comunicação social que são os nossos grandes parceiros”, argumentou Jacqueline Furtado, acrescentando que, tendo em conta “os formadores de alto nível”, a comunicação social cabo-verdiana sairá a ganhar.

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