A maioria dos mais de quarenta expositores que marcaram presença na sexta feira de agro-negócio de São Filipe 2015 dão nota positiva à organização e a participação de pessoas e deixam algumas sugestões para próximas iniciativas do género.

Agnelo Vieira de Andrade, um dos co-proprietários do Morgadio de Monte Queimado, e dono de um gabinete de prestação de serviços no sector de turismo, disse à Inforpress que a montagem dos stands, a organização, o próprio negócio e contactos estabelecidos durante dois dias foram positivos e que muitas pessoas passaram pela sua estante e pelas outras.

A mesma opinião tem os representantes da empresa “Fogo Coffee Spirit”, uma “joint-venture” entre empresas holandesa e nacionais na área de comercialização do café, que, no final da feira estavam satisfeitos com os contactados estabelecidos.

Os horticultores e expositores dos produtos agrícolas e transformados, assim como artesanais são de opinião de que de uma forma geral a feira foi positiva e dão notas positivas à delegação do Ministério do Desenvolvimento Rural (MDR) que a organizou, em parceria com o Centro de Desenvolvimento Social (CDS) e Câmara Municipal de São Filipe.

O segundo dia foi mais profícuo porque iniciaram a venda dos produtos mais cedo o que não aconteceu no primeiro, em que os expositores tiveram de esperar pela abertura oficial, que acabou por acontecer com mais de duas horas de atraso.

Em termos de sugestões, os expositores apontam pela necessidade de a feira ter uma duração de três anos e que a mesma seja realizada sempre no final de semana para permitir uma participação maior das pessoas, embora a 6ª feira, dada ao espaço da sua localização, Alto de São Pedro, no centro da cidade, permitiu que muitas pessoas visitassem o espaço.

Carmem Costa, do Ministério do Desenvolvimento Rural e que ajudou a equipa da delegação a seleccionar os expositores e a montar a própria feira, disse, numa conversa informal com a Inforpress, que o resultado é globalmente positivo, adiantando que o delegado vai fazer o balanço após encontro com os expositores.

A VI feira era um espaço de exposição de tudo que se produz na ilha no domínio agro-pecuário, o que o singularize, de modo a divulgar oportunidades de negócios, assim como a criação de auto-emprego e de emprego temporários.

Alem dos expositores (agricultores, empresários, artesãos) da ilha do Fogo, participaram na feira expositores das ilhas da Brava e Santiago e algumas instituições ligadas a área de agro-negócio, como A Agência para Desenvolvimento Empresarial e Inovação (ADEI), Centro de Emprego e Formação Profissional, Comissão Regional de Parceiros.

Inforpress

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