Num comunicado, a agência disse que, como consequência da última onda de violência que começou no dia 30 de abril, a organização das Nações Unidas e outras entidades parceiras tiveram de “interromper temporariamente as distribuições nas regiões do sul de Idlib devido ao conflito”.

Desde maio, a organização não conseguiu ajudar cerca de 7.000 pessoas afetadas pelas lutas intensas na área de Qalaat Al Madiq.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, sediado no Reino Unido, e a Defesa Civil, também conhecida como Capacetes Brancos, comunicaram os ataques aéreos em diferentes partes da província de Idlib, o último grande território sob o domínio dos rebeldes.

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