A informação foi avançada hoje à imprensa pelo ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, durante uma conferência de imprensa para fazer o balanço da sua desolação a Paris, França, onde discursou na 40ª Conferência Geral da Unesco, participou no Fórum dos Ministros da Cultura e manteve encontros com diversas entidades responsáveis pelos assuntos da cultura, património, educação, entre outras áreas.

“A nossa proposta é que seja no primeiro trimestre de 2020. Será a primeira vez que uma directora-geral da Unesco visitará Cabo Verde e creio que poderá ser um momento marcante para se partilhar as boas práticas, não só no sector da cultura, mas no ambiente, na educação e na comunicação social”, avançou.

Informou que já estão a preparar uma agenda baseada no empoderamento das mulheres, na juventude, no ensino formal, mas também no ensino das artes a partir do programa Bolsa de Acesso à Cultura, dos projectos da Academia Cesária Évora e de vários outros projectos levado a cabo no país.

Ainda em Paris, o governante levou a lista das convenções ratificadas por Cabo Verde.

Entretanto, afirmou, a Unesco estranhou o facto de o país não ter ainda ratificado algumas convenções que irão beneficiar o país, como a convenção que reconhece os diplomas internacionais dentro da região africana, o das telecomunicações e uso de parabólicas e o da diversidade cultural.

Abraão Vicente deixou o compromisso de entregar pelo menos cinco convenções da Unesco ratificadas durante a visita da directora-geral da Unesco a Cabo Verde em 2020.

“É um compromisso nacional porque Cabo Verde só tem a ganhar reforçando assim a importância que nós damos a essa instituição”, salientou.

Para isso, afirmou que vão trabalhar juntamente com todos os sectores do desporto, da educação, do ambiente e da cultura para que possam ter estes decretos ratificados ou promulgadas pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, antes da vinda de Audrey Azoulay.

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