A atitude dos parlamentares da oposição aconteceu depois do apelo do deputado do PRS, Sola N’Quilin, para “invadirem a Mesa” porque estava a funcionar na base da “ilegalidade”.

Entretanto, depois da intervenção da polícia, os trabalhos foram retomados e decorrem normalmente.

A sessão parlamentar que termina a 22 de Julho, de acordo com agenda dos trabalhos, tem, entre outros pontos, a votação do segundo vice-presidente, lugar, pertencente ao MADEM-G15, enquanto a segunda força política no país.

Aquele partido propos o nome do seu coordenador, Braima Camará, mas foi chumbado pelos deputados da maioria parlamentar, enquanto o MADEM-G15 mantém a mesma candidatura.

O Presidente da República disse que só indicará o novo primeiro-ministro depois de resolvido o impasse no Parlamento.

José Mário Vaz, que se encontra fora do país, convocou os partidos políticos para uma nova consulta na sexta-feira, 14, visando a nomeação do primeiro-ministro.

Recorde-se que o PAIGC, partido mais votado nas eleições, mas sem maioria absoluta, assinou um acordo de incidência parlamentar com APU-PDGB, a União para Mudança e o Partido Nova Democracia, que lhe garante 54 dos 102 deputados do Parlamento.

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