O presidente da Comissão Política Regional do PAICV na ilha, Agostinho Silva, endereçou hoje uma carta ao edil maiense, Miguel Rosa, na qual exorta a autarquia a ponderar a isenção integral do pagamento das rendas em todos os espaços municipais que se encontrem encerrados por um período de três meses.

Agostinho Silva pediu ainda a isenção integral do pagamento de rendas a todas as instituições de âmbito social, cultural, desportivo e recreativo, instaladas em espaços municipais, por igual período de tempo.

O presidente da Comissão Política Regional do PAICV na ilha solicitou ainda na carta a suspensão da cobrança de todas as taxas relativas à ocupação de espaço público e publicidade em todos os estabelecimentos comerciais, com excepção a bancos, instituições de crédito e seguradoras que laboram na ilha.

Agostinho Silva avança ainda que na sua carta endereçada ao edil maiense, a Comissão Política Regional do PAICV exorta o executivo camarário para criar ou reforçar um fundo de emergência municipal, dirigido às Famílias carenciadas, às instituições sociais, bem como aquisição de equipamentos necessários para os serviços, em caso de situação de emergência.

No mesmo sentido, apelou a suspensão do pagamento das rendas em todas as casas sociais geridas pelo município, incluindo as casas habitadas, do programa “Casa para Todos”, durante um período de pelo menos três meses.

O líder partidário lembrou, igualmente, que aquando do pagamento das rendas, este vinha sendo realizado em prestações e sem juros.

Agostinho da Silva aproveitou a ocasião ainda para apelar, também, a revisão do valor da renda, caso os rendimentos dos agregados familiares assim justificarem.

O PAICV exorta ainda a edilidade que faça a aquisição de produtos frescos produzidos pelos produtores locais, como verduras, frutas, peixe e carne que estavam a ser comercializados nos mercados ou pelas vendedores ambulantes e que, neste momento, não o fazem por se encontrarem em casa a cumprirem a quarentena.

Essas medidas, defendeu, podem minimizar os impactos sociais junto dos maienses que se sentem lesados com o decreto Presidencial de quarentena obrigatória e que devido a esta situação muitas famílias perderam a sua principal fonte de rendimento

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