O Procurador geral da república, Hélder Pitta Gros, alega que utilizará todos os meios para que esta volte ao país para ser ouvida.

No que diz respeito à auditoria da Sonangol à gestão da sua antiga presidente do conselho de administração, os dados foram enviados à PGR, e isto segundo fonte da petrolífera.

Enquanto isso o antigo chefe de Estado, pai da principal visada neste dossier, José Eduardo dos Santos, acabou por cancelar uma entrevista agendada para esta segunda-feira em Barcelona à agência de imprensa Lusa.

Em Portugal o chefe da diplomacia, Augusto Santos Silva, descartou fazer quaisquer comentários a estas revelações.

O banco Eurobic decidiu por um termo à relação comercial com a sua principal accionista e prometeu implementar uma auditoria cujas conclusões serão transmitidas ao Banco de Portugal.

Por seu lado a Sonae, parceira com Isabel dos Santos na gestão da empresa de telecomunicações NOS, alegou acompanhar a situação com preocupação.

No que diz respeito ao gabinete de auditorias PricewaterhouseCoopers Jaime Esteves optou por abandonar o respectivo departamento de fiscalidade em Angola, Cabo Verde e Portugal devido ao que chamou de “seriedade das alegações do Luanda Leaks”.

Por seu lado Isabel dos Santos, num comunicado enviado às redacções, prometeu “lutar nos tribunais internacionais” para “repor a verdade” e “para defender o meu bom nome“, escreveu a engenheira.

Segundo ela os dados divulgados pelo Consórcio de jornalistas “são completamente infundados“, para a empresária que não ficou “demonstrado qualquer comportamento ilegal” de si ou das suas empresas.

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