“Damos as boas-vindas ao acordo e louvamos os esforços de ambas as partes”, disse o porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros Lu Kang, em comunicado.

Na segunda-feira foi anunciado o encontro entre os líderes da Coreia do Sul e da Coreia do Norte, Moon Jae-in e Kim Jong-un, respetivamente, o terceiro este ano.

“A China, como vizinho próximo, alegra-se de ver e apoia o contacto e o diálogo entre o norte e o sul da península, assim como os esforços para implementar a Declaração de Panmunjon e promover a reconciliação e a cooperação”, lê-se no comunicado.

“Acreditamos que os esforços ajudarão o processo de desnuclearização a avançar, de forma a alcançar uma solução política na península”, acrescenta.

Trata-se de mais um passo visando aproximar os dois países, que permanecem tecnicamente em guerra, depois de, no ano passado, as tensões na península coreana terem atingido níveis inéditos desde a Guerra da Coreia (1950-53), devido aos sucessivos testes nucleares e com mísseis balísticos realizado pela Coreia do Norte, e à retórica beligerante do Presidente norte-americano, Donald Trump.