Anildo Graça Morais fez estas considerações durante a abertura do seminário “Apoio Militar de Emergência” que decorre no auditório do Estado Maior das Forças Armadas, organizado no âmbito da cooperação militar com Portugal.

Para Morais, “o apoio das Forças Armadas em diversas matérias, fora das atribuições tradicionais das mesmas, tem sido uma das áreas em que a aplicação” dos militares tem sido regra em Cabo Verde.

A este propósito elencou como exemplo as missões de apoio durante as erupções vulcânicas na ilha do Fogo, durante as chuvas torrenciais em São Nicolau e na ilha de Santo Antão ou nos incêndios em diversos perímetros florestais.

Ainda, de acordo com a mesma fonte, essas missões decorrem muitas vezes em cenários onde torna-se necessária articulação e cooperação com diversas instituições de natureza não militar e que obriga a um “esforço extra principalmente a nível de comunicação e planificação, de forma a resultar no cabal cumprimento e objectivos da missão”.

A este propósito considerou que este seminário “pelas matérias a serem tratadas e pela audiência diversa, constitui uma acção extremamente útil e de onde se deve tirar o maior proveito”.

“Estudo de Caso (lições apreendidas) – última erupção vulcânica do vulcão do Fogo”, apresentado pelo tenente-coronel Arlindo Lima, então presidente do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros por altura da última erupção em Novembro de 2014 foi um dos temas debatidos pelos participantes.

O tenente coronel António Ferreira, 2º Comandante do Regimento de Apoio Militar de Emergência do Exército Português debruçou-se sobre o tema “Estrutura de Apoio Militar de Emergência em Portugal (caso específico dos Açores)”, ao passo que o capitão Renaldo Gomes Rodrigues retratou a temática “Estrutura do Serviço Nacional da Protecção Civil e Bombeiros”.

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