Em conferência de imprensa, a presidente do grupo explicou que o movimento é “apartidário”, “tem origem na sociedade civil” e é composto por “cidadãos comprometidos com o desenvolvimento” da ilha de São Vicente.

Segundo a mesma fonte decidiram “entrar no combate político em São Vicente”, porque “é preciso resgatar o orgulho da ilha”, que “está estagnada há décadas e sem perspectivas de futuro” e porque “entendem que Albertino Graça é o homem certo para recuperar a tradição da vanguarda de São Vicente, romper com o conformismo e libertar a reconhecida e aclamada capacidade criativa dos sanvicentinos”.

Para isso, conforme Jailza Ramos, vão estar no terreno e a fazer porta-à-porta, com objectivo de “angariar 15 mil votantes para esta candidatura”. Paralelamente, vão criar uma página do facebook também para conseguir 15 mil seguidores.

Para além de Albertino Graça do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), devem concorrer ainda à presidência da Câmara Municipal de São Vicente, António Monteiro da União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID), Augusto Neves do Movimento para a Democracia (MpD) e Nélson Lopes (independente).

CD/DR
Inforpress/Fim

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