São Filipe, 09 Fev. (Inforpress) – Fortes ondulações, com vagas superiores a
O edifício multiuso e gare de passageiros, construído recentemente no quadro do projecto de modernização e ampliação da infra-estrutura portuária poderá estar ameaçado, acaso as fortes ondulações persistirem nos próximos dias.
A fúria das ondas, provocadas pela força da natureza, com incidência no mar, tem agigantado as ondas, numa dimensão que ultrapassa os quebra-mares e o próprio murro de protecção, invadindo a plataforma portuária que, de momento, encontra-se inoperante devido aos escombros (blocos) e persistentes vagas.
Observadores meteorológicos
A destruição parcial do murro de protecção da plataforma portuária ocorre 33 anos depois do então Porto ter sido danificado, também por fortes vagas e ondulações.
Por coincidência, a primeira destruição de que se tem memória ocorrera também no mês de Fevereiro (6) do ano de 1977 e, além da destruição do porto, que ficara inoperante durante cerca de 23 anos, destruíra também o navio Eugénio Tavares que na altura encontrava-se atracado ao porto em operação de descarga.
O porto de Vale dos Cavaleiros foi construído no tempo colonial, tendo sido inaugurado no ano de 1969. Oito anos depois, em Fevereiro de 1977, as forças do mar destruíram cerca de 50 por cento dessa infra-estrutura. Desse período até ao ano 2000 o processo de carga/descarga e embarque/desembarque de passageiros processou-se através de embarcações de boca aberta (os chamados botes).
Na segunda década de 1990 o Porto de Vale dos Cavaleiros recebeu obras de reabilitação que foram concluídas no ano de 2000 e, dez anos depois, o mar volta a carga, fustigando e destruindo parte do murro de protecção, mandando abaixo pelo menos
JR
Inforpress/Fim
Comentários
Critério de publicação de comentários