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Ilha do Sal: Parceiros querem implementar rede de prevenção e combate à exploração e abuso sexual de menores

11 de Agosto de 2017, 16:43

Organizações da sociedade civil e serviços desconcentrados do Estado, na ilha do Sal reuniram-se hoje na Associação Chã de Matias, visando implementar a rede local de prevenção e combate à exploração e abuso sexual contra crianças e adolescentes.

Segundo Arminda Lopes, vice-presidente da Associação Chã de Marias, o desígnio, que parte de uma iniciativa da Associação de Crianças Desfavorecidas (Acrides), tem como propósito reforçar o plano de ação do Governo de proteção da criança e adolescente, a nível nacional, sobretudo nessa área de exploração e abuso sexual de menores.

“Esse encontro vai permitir a criação dessa rede e juntos trabalharmos para que de facto essa protecção seja mais séria. Tendo em conta os registos em Cabo Verde, enquanto sociedade civil, não podemos ficar de braços cruzados porque cada um tem um papel importante na questão da protecção da criança e adolescentes, futuros homens e mulheres doe amanhã”, manifestou.

Quanto à situação da ilha nessa matéria, Arlinda Lopes disse que, a avaliar pelos números, “não é alarmante”, porém um caso que seja “é motivo de inquietação”.

“É inaceitável qualquer forma de violação a crianças e adolescentes, mormente de abuso e exploração sexual. E nós queremos, lá onde for possível, dar o nosso contributo no sentido de eliminar a problemática. A criação dessa rede vai permitir um espaço de comunicação e concertação das políticas para dar combate à exploração e abuso sexual de menores”, sublinhou.

“É essencial para que o trabalho de todos os parceiros seja articulado ajudando assim na prevenção ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes”, renovou, apontando que a rede de proteção local será formada por autoridades policiais, da saúde, educação, entre outras instituições e organizações da sociedade civil, sobretudo nas comunidades.

 

SAPO c/Inforpress


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