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Boa Vista: Grupo BASTA considera de levianas as declarações do PAICV

11 de Janeiro de 2017, 16:42

O líder da bancada do grupo BASTA na Assembleia Municipal (AM) da Boa Vista, Hianique dos Santos, classificou hoje de “levianas” as declarações do PAICV sobre a não realização da sessão da AM para a aprovação dos instrumentos de gestão camarária.

Hianique
dos Santos reagia hoje em conferencia de imprensa ao posicionamento do PAICV que, na segunda-feira, 09, acusou a equipa camarária liderada pelo grupo independente Boa Vista Avante Sempre Trabalhando Arduamente (BASTA), de amadorismo devido ao atraso na aprovação do orçamento e plano de atividades para 2017.

O PAICV, pela voz da eleita Élida Mossso, considerou ainda de grave o adiamento da reunião da AM de 11 e 12 para 18 e 19 de Janeiro por questões relacionadas com a agenda dos sujeitos camarários.

O líder do grupo BASTA explicou que a sessão que aprovava os instrumentos de gestão só não foi realizada na data anteriormente marcada porque a Câmara Municipal já tinha assumido compromissos importantes para o futuro da ilha.

“Apesar de ser um ano atípico, os instrumentos foram elaborados, e só não foi realizada a sessão da Assembleia porque a edilidade tinha compromissos importantes na data em que a sessão tinha sido agendada”, explicou, adiantando que posicionamento do PAICV demonstra que o partido ainda se encontra em coma profunda e em sem ideias.

Segundo Hianique dos Santos, ao criticar o aumento do montante previsto no orçamento para apoios à auto-construção de cinco para 65 mil contos , o PAICV demonstra que não está interessado na resolução dos problemas das ilhas, mas sim empenhado em obstaculizar o desempenho da Câmara Municipal.

“Em vez de o PAICV congratular-se com o aumento de uma rubrica importantíssima para a resolução de problemas de habitação, acaba por especular que o referido montante se destina a pagar dívidas de campanha”, disse, questionando o PAICV se é contra a melhoria de habitação na ilha.

Em conferência de imprensa, na segunda-feira, na cidade de Sal Rei, Élida Mosso, a líder do grupo do PAICV, frisou que o plano de atividades e orçamento da Câmara Municipal para o ano de 2017 deviam ser aprovado até Dezembro de 2016, pelo considerou um grave atropelo à lei a não realização da sessão da Assembleia Municipal para o efeito.

SAPO c/ Inforpress

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