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CNDHC associa-se no repúdio internacional do rapto das meninas nigerianas

23 de Maio de 2014, 14:57

A Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania (CNDHC) une sua voz ao repúdio internacional face ao “bárbaro acontecimento” do rapto das 200 meninas na Nigéria, retiradas durante a noite do dormitório de uma escola.


Num manifesto enviado à imprensa, a CNHDC declara a sua “extrema indignação e repúdio pelo fatídico acontecimento” do passado 14 de Abril, sublinhando que o mesmo “atingiu de forma visceral as grandes conquistas da humanidade ancoradas nos princípios proclamados na Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948”.


“Não podemos fechar os olhos diante de tamanha crueldade e brutalidade para com as mulheres nigerianas e do mundo inteiro. Pois o golpe nos fere a todas. A todas e a todos”, refere o documento.


Por isso mesmo, salienta a Comissão Nacional, que ninguém deve manter-se indiferente face à essa “grosseira” violação dos direitos fundamentais à educação, à segurança e à liberdade em todas as suas formas.


“Neste sentido, cumpre-nos expressar a nossa total condenação do rapto e dos actos subsequentes a que se tem submetido as jovens da escola de Chibok. Fazendo coro com as vozes indignadas de todo o mundo”, adianta a CNDHC.


A Comissão clama ainda por uma conjugação de esforços e intervenção concertada que possam contribuir para que essas meninas recuperem imediatamente a sua liberdade e retornem em paz ao convívio das suas famílias e demais entes queridos.



Inforpress


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