O índice é quase dez vezes superior entre os homens, aponta o estudo "Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010", divulgado nesta quarta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o IBGE, o maior número de mortes violentas, principalmente entre os homens jovens, impede que a taxa de expectativa de vida alcance índices melhores.
Apesar do forte aumento da taxa de homicídios, o índice começou a recuar gradualmente desde 2003, quando bateu o recorde de 28,8 mortes por cada 100 mil habitantes.
Da mesma forma que com os homicídios, os homens são as principais vítimas nos acidentes, enquanto a taxa é de 33,8 mortes por acidente em cada 100 mil habitantes para os homens, para as mulheres é de apenas 7,2.
Apesar das mortes prematuras de jovens, a esperança de vida dos brasileiros ao nascer subiu de 67,3 anos em 1992 para 73 anos em 2008, grande parte devido à redução da mortalidade infantil.
SAPO c/ EFE
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