Depois do gesto do chefe do Executivo, mais nenhuma outra pedra foi colocada para erguer os dois edifícios e nem se sabe quando se inicia a construção. As duas escolas secundárias foram prometidas às populações da vila da Cova Figueira, sede do município de Santa Catarina do Fogo e de Ponta Verde, na zona norte de São Filipe.
Por diversas vezes foi anunciado o início das obras da escola da vila de Cova Figueira, financiada pela Cooperação Chinesa no valor de 90 mil contos para uma primeira fase. Ocupando uma área de 8 mil metros quadrados a sua construção ficou a cargo de uma empresa Chinesa que, de entre outros pedidos, exigiu a ligação de energia e água e a terraplanagem do local para iniciar as obras.
A ligação da água e energia há muito que ficou resolvida mas a terraplanagem, assumida, inicialmente, pela Câmara Municipal de Santa Catarina do Fogo, ainda está por se realizar. O seu custo, cerca de 5 mil contos, ultrapassa a capacidade financeira da edilidade.
Por sua vez, a escola secundária de Ponta Verde, financiada pela Cooperação Luxemburguesa no valor de 230 mil contos, incluindo os equipamentos, teria inicialmente uma área de 5 mil metros quadrados, para 10 salas de aulas, placa desportiva, biblioteca, auditório com capacidade para 120 lugares, espaços administrativos e laboratórios de física, química e biologia e sala de desenho e de informática.
O projecto inicial foi alterado e aumentado e foi preciso negociar mais 2 mil metros quadrados de terreno numa zona agrícola, cujo acordo foi finalmente obtido recentemente, e passará a ter a componente de formação profissional e, consequentemente, o aumento de número de salas.
Passado mais de um ano após o lançamento das primeiras pedras, a escola secundária Teixeira de Sousa
A ministra da Educação, Vera Duarte, que estará na região Fogo e Brava entre os dias 25 e 30 de Setembro para abertura formal do ano lectivo, poderá, eventualmente, indicar datas para a construção das referidas escolas.
Inforpress
Comentários
Critério de publicação de comentários